8.10.06

 

Seu Pires vai fazer sexo

Seu Pires vai fazer sexo. Mas para ele - só se tiver chinelo na boca. O mais imprescindível para esse momento egum-satisfactum. Com tantos anos passados, o sexo para Seu Pires tornou-se algo com data marcada no calendário - para que ele possa se preparar, obviamente. Todo mês, Seu Pires e Dona Pires sentam para acertar as contas, e agenda-se a quantidades de vezes que o casal vai transar no mês. Cada dia que se antecipa a relação sexual, Seu Pires, à noite, sai de seu acomodado apartamento 57 para visitar seu vizinho, Seu Manga. Manga tem duas esposas e elas vivem tranquilamente juntas. No apartamento 37, Manga reserva um quarto para cada uma - e elas dividem o banheiro. Há dez anos, Seu Manga dorme em um quarto diferente a cada noite. Seu Pires acha inusitado ter esse tipo de relação sexual, mas não recrimina. Seu Manga é companheiro e simpático - sempre ajuda seus amigos e, lógico, parceiro das cervejinhas no boteco do Seu Manuel, vascaíno fanático.

Uma barraca é um acessório indispensável para a relação sexual de Seu Pires com sua esposa. Por isso, o habitante do piso superior busca a estrutura de lona na casa de Manga. Toda dia de sexo marcado no calendário, ele monta a barraca do Seu Manga exatamente na área delimitada ao centro da espaçosa sala de estar de sua residência. As oito lajotas de azulejo púrpura. Ao redor, a disposição dos móveis é geométrica: sofá encostado na parede; a televisão do lado oposto; a mesa-de-jantar suportando a cesta com frutas de cera já mastigadas; a cômoda que fica em frente à janela e suporta a imagem de Santo Antônio - sempre virada de costas antes do pecado ser consumado.

Já chegava meia-noite, o horário devidamente estabelecido para a conjunção carnal. O patriarca da família Pires retira lentamente sua calça jeans gasta, depois retira sua bermuda de banho íntima. Seu Pires trajava uma linda samba-canção, enquanto Dona Pires usava o mesmo baby-doll desde a lua-de-mel, na bucólica e pacata Cananéia. No ato, em movimentos contínuos e repetidos de vai-e-vem, Seu Pires e Dona Pires revezavam o lugar no espaço. O silêncio era entrecortado por alguns gritos serenos de Dona Pires, que Seu Pires calava por providência. Ele não queria que os vizinhos ouvissem a felação. O gozo vinha em hora programada, Pires tinha tudo calculado, o tempo exato em que os dois, devido ás suas condições psicológicas, iriam alcançar o ponto de intensidade sexual máximo. O chefe dos Pires morde o mesmo chinelo - já todo roído - e cospe-o para fora da barraca. Após o trabalho do mês feito, Dona Pires vira-se de lado e adormece pensando no grande marido que tem. Seu Pires toma o lado oposto, acende seu cachimbo e pensa nas begônias da floreira, que ele teima em regar todos os dias.

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Gorfadas:
pô... tava abandonado isso aqui, hein? voltaram bem pacaráleo...
 

que demais!
go, seu pires!
 

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