25.8.06

 

Plenitude

Plenitude. Dentre os tantos anagramas nanoatomoleculares que compõem outras tantas composições macro-estruturais e/ou humanas e/ou imensuráveis metonímicas metafóricas metalingüísticas – vacúolos vagos de subjetividade – poucas plenitudes.

Pão, presunto, queijo, patê de calabresa, C-C-C-C-C-C-C-C-C-C-C-plenitude. Organicidade prototípica em momentos de abissal patologia laricária. Não malteados carboidratos e lúpulo antioxidantes do mais suculento desejo, da mais sedutora moderação a ser apreciada. In(torteantes-corajantes) sussuros gerados ao célebre consumo da seiva MAGNA. Momento constitucional-humano de direito pertencente a qualquer cidadão.


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